Valdecir de Sousa ficou desempregado em meio à crise. Na busca por alternativas, decidiu empreender – num primeiro momento pensou em algo voltado à decoração, mas depois seguiu uma tendência que tem sido verificada em todo o país – o investimento no setor da alimentação.
Dados do portal da Previdência Social apontam que o ramo passou do quinto para terceiro mais procurado para formalização de microempreendedores individuais, de 2015 para 2016.
Com essa demanda pelo ramo de alimentação, fornecedoras de máquinas para produção de salgados e doces têm se adaptado ao mercado. Bruno Pereira é coordenador de Marketing de uma dessas empresas. Eles criaram uma máquina menor e de fácil manuseio, para atender esses novos empreendedores. Também prestam consultorias.
Quem começa no ramo, às vezes arrisca sem grandes garantias. Vale então, o exemplo de quem já conhece o setor. É o caso do Elídio Biazini, que é diretor de uma rede de pizzaria. O ótimo, inclusive, para região de Campinas é presente.
O empresário também vê cidades vizinhas à Campinas como promissoras para o ramo de alimentação.