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Olimpíada eleva autoestima e deixa legado esportivo

A Olimpíada do Rio de Janeiro melhorou a autoestima do País em meio à crise política e econômica e deixou um legado esportivo para os próximos Jogos. Essa é avaliação

Olimpíada eleva autoestima e deixa legado esportivo
A Olimpíada do Rio de Janeiro melhorou a autoestima do País em meio à crise política e econômica e deixou um legado esportivo para os próximos Jogos. Essa é avaliação de dois professores da PUC-Campinas. O diretor da Faculdade de Ciências Políticas e Sociais da instituição, Glauco Barsalini, enxerga um saldo positivo depois do clima de […]

A Olimpíada do Rio de Janeiro melhorou a autoestima do País em meio à crise política e econômica e deixou um legado esportivo para os próximos Jogos. Essa é avaliação de dois professores da PUC-Campinas. O diretor da Faculdade de Ciências Políticas e Sociais da instituição, Glauco Barsalini, enxerga um saldo positivo depois do clima de descrença. Para ele, a organização se saiu bem e isso eleva o otimismo.

Ele também avalia que o sucesso do evento gera um sentimento maior de unidade. Porém, faz uma ressalva sobre a ideia superficial de que o País é receptivo e festivo, mas não consegue se desenvolver em áreas vitais. Na opinião de Barsalini, o resultado da Olimpíada serve para refletir sobre uma possível melhora regional, já que estes foram os primeiros Jogos Olímpicos realizados na América do Sul, sempre vista com desconfiança.

A interpretação sobre o aspecto esportivo é parecida. O Diretor da Faculdade de Educação Física da PUC-Campinas, Istvan de Abreu Dobranszky, ressalta que o legado depende das estratégias de incentivo. Para ele, as previsões para o futuro estão ligadas às formas de financiamento dos atletas e das modalidades. Mas elogia de qualquer forma o rendimento de nomes que antes eram desconhecidos do povo.

Por outro lado, cita a importância do trabalho de base na formação de jovens talentos. Para isso, relaciona o surgimento de atletas de ponta à educação, assim como acontece em países como os Estados Unidos. Dobranszky traça um paralelo entre essa nova realidade e a estrutura deixada pela Olimpíada no Rio de Janeiro. Por esse motivo, pede que esportistas de outras regiões do Brasil tenham acesso a tudo isso.

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