As regiões de Campinas e Piracicaba continuarão recebendo até o final do ano o mesmo volume de água que vem sendo liberado desde o início do ano: no máximo 3,5 mil litros por segundo, de acordo com a Agencia Nacional de Águas e o Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo.
O volume fica 30% abaixo do limite estabelecido na autorização de 2004, que era de 5 mil litros por segundo. Essa redução se dá por conta da estratégia de recuperação do Sistema Cantareira, que abastece também a Grande São Paulo, segundo o Consórcio Intermunicipal das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). A portaria que define a vazão máxima foi publicada nesta quinta-feira (1).