Para o sindicato dos policiais civis de Campinas, a rescisão de contratos com a empresa que prestava serviço nas portarias das delegacias da cidade tem um impacto direto no déficit de profissionais e consequentemente, nas investigações, diante da possibilidade de remanejamento de policiais para essa função. A afirmação é do presidente da entidade, Aparecido Lima de Carvalho.
Por nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado esclareceu que a função do atendente de portaria era prestar informações às pessoas que se dirigiam à delegacia no decorrer do dia, não havendo responsabilidade pela segurança das unidades, não comprometendo, portanto, isso.
Agora, o atendimento para prestação de informações será realizado por policiais civis da delegacia que já exercem funções administrativas, não havendo, prejuízo das atividades normais da Polícia Civil.
A justificava para não prorrogar o contrato com a terceirizada é a otimização de recursos.