A Unicamp firmou uma parceria com uma multinacional chinesa para a futura construção de um laboratório de pesquisas de energia fotovoltaica, produzida a partir da luz solar. A empresa asiática vai injetar R$ 5 milhões na universidade até 2020. Mas mesmo fazendo acordos com a iniciativa privada, os recursos que entram na instituição são insuficientes, como explica o reitor Marcelo Knobel.
O reitor da Unicamp evita falar em cortes de funcionários, mas diz que a readequação financeira da universidade vai obrigar a redução de investimentos.
Para a assinatura da carta de intenções com a empresa, o vice-ministro de Indústria e Tecnologia da Informação da China, Xin Guobin, esteve presente na Unicamp. Por enquanto, ainda não há um projeto concreto de construção do novo laboratório, mas o dinheiro será empregado na pesquisa de energias renováveis, especialmente a fotovoltaica.