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Tarifa de ônibus fica mais cara para quem utiliza transporte intermunicipal na RMC

Os novos valores das tarifas dos ônibus intermunicipais da Região Metropolitana de Campinas passam a valer a partir dessa terça-feira. O reajuste médio é de 4,06%. Dezoito cidades da RMC

Tarifa de ônibus fica mais cara para quem utiliza transporte intermunicipal na RMC
Os novos valores das tarifas dos ônibus intermunicipais da Região Metropolitana de Campinas passam a valer a partir dessa terça-feira. O reajuste médio é de 4,06%. Dezoito cidades da RMC foram afetadas, entre elas Americana, Sumaré, Hortolândia, Indaiatuba, Valinhos, Monte Mor, entre outras. Os valores, que variam de acordo com a extensão da linha, podem […]

Os novos valores das tarifas dos ônibus intermunicipais da Região Metropolitana de Campinas passam a valer a partir dessa terça-feira. O reajuste médio é de 4,06%. Dezoito cidades da RMC foram afetadas, entre elas Americana, Sumaré, Hortolândia, Indaiatuba, Valinhos, Monte Mor, entre outras. Os valores, que variam de acordo com a extensão da linha, podem ser consultados na página da EMTU na internet.

Para Hortolândia, por exemplo, o aumento foi de R$ 4,20 para R$ 4,40. A comerciante, Samanta Vaz, que mora em Hortolândia e trabalha em Campinas, calcula que R$ 8,80 por dia não é um valor justo se for levada em consideração a qualidade do serviço oferecido. No trajeto Campinas/Sumaré o preço subiu de R$ 4,40 para R$ 4,55. O Porteiro Alvino Ribeiro, que mora em Sumaré e trabalha em Campinas, foi pego de surpresa com o aumento.

Outro exemplo é o novo preço cobrado de Campinas à Valinhos, que passou de R$ 4,20 para R$ 4,40. A diarista, Maria Isabel Coelho, conta que perdeu trabalho por causa dos constantes aumentos no transporte coletivo. Para ir à Paulínia a tarifa subiu de R$ 4,30 para R$ 4,45. Guilherme Henrique Bernardo é cirurgião-dentista recém-formado e utiliza dois coletivos porque mora em Hortolândia e trabalha numa clínica em Paulínia.

A Justificativa da EMTU é o aumento de 12% no combustível, que foi o que mais pesou no cálculo das novas tarifas. Outras justificativas são o custo da mão-de-obra (entre 4% e 4,5%), da manutenção dos veículos (5%), além da inflação acumulada no período e de cláusulas contratuais com as empresas operadoras.

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