Cerca de 300 mulheres detidas em unidades prisionais na região de Campinas deverão ser beneficiadas com a nova decisão do Supremo Tribunal Federal deve beneficiar com prisão domiciliar as detentas , não julgadas ainda, grávidas ou que sejam mães de crianças com até 12 anos. Só na cadeia de Mogi Guaçu, há 13 presas grávidas e oito no período de amamentação. A decisão do Supremo aponta como justificativa o bem-estar dos filhos e filhas das prisioneiras. As mães que ainda não foram condenadas terão direito a prisão domiciliar, porém a regra diz é válida para as que não tenha praticado crime violento ou com graves ameaças. O entendimento da justiça, é que as crianças são punidas indiretamente pelo crime cometido por suas mães. A estimativa é 4,5 mil detentas em todo o país e desse total, 10% seriam beneficiadas. As presas, em regime provisório, que ganharem o direito de cumprir prisão domiciliar, vão receber tornozeleiras eletrônicas. Mas elas não serão impedidas de sair caso falte o equipamento.