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TAC impõe prazos para desativação de duas bases da GM

Mais duas bases da Guarda Municipal de Campinas terão que ser desativadas devido às más condições estruturais e de trabalho. A medida foi estabelecida em um novo Termo de Ajuste

TAC impõe prazos para desativação de duas bases da GM
Mais duas bases da Guarda Municipal de Campinas terão que ser desativadas devido às más condições estruturais e de trabalho. A medida foi estabelecida em um novo Termo de Ajuste de Conduta firmado entre o Ministério Público do Trabalho e a Prefeitura. No acordo, foram estipulados prazos para a desativação dos prédios e para a […]

Mais duas bases da Guarda Municipal de Campinas terão que ser desativadas devido às más condições estruturais e de trabalho. A medida foi estabelecida em um novo Termo de Ajuste de Conduta firmado entre o Ministério Público do Trabalho e a Prefeitura. No acordo, foram estipulados prazos para a desativação dos prédios e para a realocação dos trabalhadores em outros lugares.

A base do Grupo de Apoio Especial, na Rua Albino de Oliveira, em Barão Geraldo, terá que ser fechada até 31 de dezembro. A indicação sobre o novo local para a base deve ser feita pela Administração cerca de cinco meses antes, até o dia 15 de julho.

Já a base 7, que fica na Rua José Gaspar, no bairro São Vicente, terá que ser desativada até o dia primeiro de junho deste ano. Neste caso, os guardas municipais terão que ser realocados nas bases Ambiental ou Rural. A data-limite foi definida em 10 de junho. O reposicionamento será feito de acordo com a preferência de cada agente e deve levar em conta normas de saúde e segurança.

O TAC foi proposto pela procuradora Clarissa Ribeiro Schinestsck e assinado pelo secretário de Segurança, Luiz Augusto Baggio. No termo, o município se comprometeu a garantir que não haverá prejuízo ao patrulhamento nas regiões dos pontos desativados.

Em caso de descumprimento, a multa foi estabelecida R$ 150 mil por item ou subitem infringido, além de multa diária de R$ 1 mil. Ao todo, cinco bases foram desativadas após laudos do Sindicato dos Servidores e do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador.

Em outubro de 2017, um TAC resultou na desativação da base 6 da GM. Em março deste ano, o acordo envolveu as bases 4 e 8. Os relatórios sobre as condições precárias também abrangem as bases 1 e 3. Ambas ainda estão em processo de análise pelo MPT.

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