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Bancada da Farmácia pede processo contra Hossri

Os vereadores de Campinas Ailton da Farmácia, do PSD, Jorge da Farmácia, do PSDB, e Rodrigo da Farmadic, do PP, protocolaram um pedido de abertura de processo por quebra de

Bancada da Farmácia pede processo contra Hossri
Os vereadores de Campinas Ailton da Farmácia, do PSD, Jorge da Farmácia, do PSDB, e Rodrigo da Farmadic, do PP, protocolaram um pedido de abertura de processo por quebra de decoro parlamentar contra Nelson Hossri, do Podemos. A chamada Bancada da Farmácia se sentiu ofendida por um discurso de Hossri no dia 13, quando chamou […]

Os vereadores de Campinas Ailton da Farmácia, do PSD, Jorge da Farmácia, do PSDB, e Rodrigo da Farmadic, do PP, protocolaram um pedido de abertura de processo por quebra de decoro parlamentar contra Nelson Hossri, do Podemos.

A chamada Bancada da Farmácia se sentiu ofendida por um discurso de Hossri no dia 13, quando chamou os estabelecimentos de “biqueiras legalizadas” ao criticar o uso recreativo da maconha e do canabidiol em tratamentos médicos.

Nesta segunda-feira, a polêmica seguiu causando repercussão. Durante uma das manifestações em Plenário, Rodrigo da Farmadic justificou o pedido de abertura de processo, já que considera a opinião desrespeitosa à categoria.

Além dele, outros membros da Casa se posicionaram contra o discurso. Mas também teve quem saiu em defesa de Nelson Hossri. Paulo Galtério, do PSB, alegou que a frase foi mal interpretada e que a expressão era uma metáfora.

O próprio político do Podemos foi à tribuna e pediu desculpas. De acordo com Hossri, a expressão não foi dirigida aos farmacêuticos, mas sim aos usuários, que poderiam encontrar nas drogas lícitas uma porta de entrada aos vícios.

A fala de Hossri também gerou reações fora do Legislativo. O Conselho Regional de Farmácia de São Paulo ingressou com uma ação na Justiça contra o vereador. A entidade informou que também pediria direito de resposta em alguma sessão.

Enquanto isso, o requerimento sobre a quebra de decoro deve ser encaminhado à Corregedoria pelo presidente da Casa, Rafa Zimbaldi, do PSB. O corregedor é Jorge Schneider, do PTB, que deve decidir se abre ou não o procedimento.

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