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Microexplosão completa 2 anos e Corpo de Bombeiros teve adaptações em Campinas

Neste ano, o 7° Grupamento do Corpo de Bombeiros, com sede em Campinas completou 118 anos, período com diversas transformações e num passado recente experiências que fizeram a corporação se

Microexplosão completa 2 anos e Corpo de Bombeiros teve adaptações em Campinas
Neste ano, o 7° Grupamento do Corpo de Bombeiros, com sede em Campinas completou 118 anos, período com diversas transformações e num passado recente experiências que fizeram a corporação se readequar. No caso de Campinas, o marco da microexplosão que completou dois anos neste mês de junho. O fenômeno climático levou pânico a moradores, regiões […]

Neste ano, o 7° Grupamento do Corpo de Bombeiros, com sede em Campinas completou 118 anos, período com diversas transformações e num passado recente experiências que fizeram a corporação se readequar.

No caso de Campinas, o marco da microexplosão que completou dois anos neste mês de junho. O fenômeno climático levou pânico a moradores, regiões foram devastadas com queda de muros, árvores, destelhamentos e falta de energia.

A fala é do comandante do 7° Grupamento dos Bombeiros, Coronel Wilson Lago, que acrescenta que com fenômeno, algumas adequações foram feitas.

Recentemente, o problema de alvarás e prédios ocupados irregularmente também levantaram um alerta. Nesse caso, o coronel Lago traz questões políticas, jurídicas e até a responsabilidade da população.

Na região de Campinas, um dos casos que ganhou destaque em relação a segurança foi o aeroporto de Viracopos que está há anos  tentando conseguir o auto de vistoria do Corpo de Bombeiros.

O comandante Wilson Lago garante que isso está em tramitação e o terminal em segurança.

A situação de Viracopos veio à tona após denúncia anônima ao Ministério Público do Trabalho de que o local não teria as saídas de emergência necessárias, e que o sistema de incêndio era inoperante. Com isso, o MPT consultou o Corpo de Bombeiros, que indicou que a administradora não tinha projeto técnico aprovado pela corporação e que este seguia em fase de regularização desde janeiro de 2015, após outros dois projetos terem sido reprovados.

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