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Campinas quer contrato do lixo assinado até dezembro

Atualmente na fase de consulta à população antes da publicação do edital de licitação, o projeto de Parceria Público-Privada para a gestão do lixo em Campinas é planejado pela Prefeitura

Campinas quer contrato do lixo assinado até dezembro
Atualmente na fase de consulta à população antes da publicação do edital de licitação, o projeto de Parceria Público-Privada para a gestão do lixo em Campinas é planejado pela Prefeitura para ser assinado até o fim deste ano. Depois de receber contribuições pela internet e realizar uma audiência pública até o final de atrássto, a […]

Atualmente na fase de consulta à população antes da publicação do edital de licitação, o projeto de Parceria Público-Privada para a gestão do lixo em Campinas é planejado pela Prefeitura para ser assinado até o fim deste ano.

Depois de receber contribuições pela internet e realizar uma audiência pública até o final de atrássto, a expectativa do Executivo é lançar as regras para o certame em setembro e abrir o envelope com a empresa vencedora em outubro.

Os prazos levam em consideração o cumprimento normal de todas as etapas do processo, mas o secretário de Serviços Públicos da cidade, Ernesto Paulella, lembra a possibilidade de atraso, principalmente se houver impugnação.

A empresa vencedora da licitação será responsável por coletar, tratar e aproveitar o lixo do município pelos próximos 30 anos. O contrato é de R$ 800 milhões, verba destinada para investimentos já nos primeiros cinco anos.

O projeto prevê a aplicação na construção de três usinas. Uma para reciclagem total dos resíduos, outra para reciclagem biológica dos restos alimentares e a terceira para processar os rejeitos da reciclagem e da compostagem do lixo.

Além de estipular a destinação do dinheiro, o contrato pelas próximas três décadas envolve uma taxa de crescimento de 2% ao ano na produção de resíduos. Atualmente, são geradas mil trezentas e cinquenta toneladas diárias.

O objetivo da Prefeitura é atingir 100% de tratamento para que o serviço seja feito conforme a Lei Nacional de Resíduos Sólidos. O texto estipula que o descarte em espaços propícios seja feito somente após a devida reciclagem.

O aterro sanitário Delta A atingiu a capacidade máxima em 2013. Uma licença foi conseguida junto a Cetesb em 2016, mas a questão está na Justiça. Sem o local, a Prefeitura paga R$ 50 milhões todo ano para o descarte em Paulínia.

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