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Em baixa, vacinação contra sarampo e pólio tem novo Dia D

A campanha contra o sarampo e a paralisia infantil em Campinas tem mais um dia D neste sábado. O objetivo é aumentar a cobertura, que não passou dos 23% após

Em baixa, vacinação contra sarampo e pólio tem novo Dia D
A campanha contra o sarampo e a paralisia infantil em Campinas tem mais um dia D neste sábado. O objetivo é aumentar a cobertura, que não passou dos 23% após duas semanas de vacinação e um dia inteiro de mobilização em atrássto. Para a coordenadora do programa de imunização do município, Gabriela Marchesi, a baixa […]

A campanha contra o sarampo e a paralisia infantil em Campinas tem mais um dia D neste sábado. O objetivo é aumentar a cobertura, que não passou dos 23% após duas semanas de vacinação e um dia inteiro de mobilização em atrássto.

Para a coordenadora do programa de imunização do município, Gabriela Marchesi, a baixa adesão pode ter acontecido devido à desinformação e por isso a aposta é na abertura dos postos entre 8 da manhã e 5 da tarde neste dia 18.

A campanha começou no dia 4, com a primeira data de esquema especial nos postos de saúde, e se estende até o dia 31 deste mês. Como a programação está na metade, Gabriela Marchesi ressalta a importância dos próximos dias.

Ela reconhece que a cidade está abaixo da meta. Até o dia 15, foram aplicadas 12,8 mil doses contra o sarampo, 22,55% do público-alvo, e 13 mil doses contra a pólio, 22,96%. O índice estipulado, no entanto, é de 56,7 mil menores.

Os medicamentos estão distribuídos entre as 64 unidades de Campinas, que funcionam em horário normal nos dias de semana. Crianças de um a cinco anos incompletos, mesmo que já tenham recebido as vacinas, formam o público-alvo.

Não poderão ser vacinadas crianças com imunidade baixa, como aquelas submetidas a tratamento para leucemia e que também sejam pacientes oncológicos. A Pasta Estadual de Saúde reforça que as vacinas são seguras.

A poliomielite está eliminada no Estado de São Paulo desde 1988, quando houve o último caso. A doença infectocontagiosa viral aguda causa um quadro de paralisia flácida, de início súbito, atingindo geralmente membros inferiores.

A circulação endêmica de sarampo foi interrompida no Estado no ano 2000 e não há mais casos autóctones. Casos esporádicos ocorreram eventualmente desde então, relacionados à importação do vírus de várias regiões do mundo.

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