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Aberto em maio, CS ainda tem partes de móveis em corredor

Funcionando desde maio, o Centro de Saúde Santos Dumont, em Campinas, ainda tem partes de móveis embaladas ou aguardando pela montagem. As caixas foram vistas pela reportagem em uma sala

Aberto em maio, CS ainda tem partes de móveis em corredor
Foto: Leandro Las Casas

Funcionando desde maio, o Centro de Saúde Santos Dumont, em Campinas, ainda tem partes de móveis embaladas ou aguardando pela montagem. As caixas foram vistas pela reportagem em uma sala e em um corredor do local.

Outro problema, segundo funcionários, é que a rede de distribuição dos gases usados para oxigenar ou anestesiar pacientes não está completamente instalada, o que faz com que a única alternativa seja o uso dos torpedos de oxigênio.

Construída pelo Governo do Estado, que também ficou responsável pela equipagem, a unidade é administrada pela Prefeitura e atende os moradores da região do bairro Jardim Itatinga. A sala de espera costuma ficar cheia.

Projetado para receber 500 pessoas por dia, o prédio é maior que a maioria dos CSs da cidade, mas a divisão do espaço é questionada pelos funcionários. Com uma sala de inalação grande, os consultórios são considerados pequenos.

A Secretaria Municipal de Saúde respondeu através de nota, alegou que o CS Santos Dumont conta com rede de gases e que “os pacientes estão sendo atendidos de acordo com as normas técnicas” e ainda negou a falta de móveis.

O comunicado justifica que o prédio foi entregue e mobiliado pela Pasta Estadual de Saúde e que o projeto, elaborado pelo Estado, “atende às normas estabelecidas para o bom funcionamento de uma Unidade Básica de Saúde”.

A Secretaria de Estado da Saúde também se manifestou através da assessoria de imprensa e disse que o local “foi entregue com a rede de tubulação de gases, cabendo à prefeitura a instalação do oxigênio e do ar comprimido medicinal”.

O texto afirma que o CS recebeu aprovação da Vigilância Sanitária Municipal, e que os ambientes “foram dimensionados de acordo com portaria do Ministério da Saúde”. Por fim, defende que a unidade foi entregue totalmente mobiliada.

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