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Grupo CCR cita Jonas Donizette em esquema de “Caixa 2” para campanha eleitoral de 2012

O prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB) vai começar o mês de dezembro com mais um assunto a ser esclarecido. Depois dos casos do Ouro Verde, em que o Ministério

Grupo CCR cita Jonas Donizette em esquema de “Caixa 2” para campanha eleitoral de 2012
O prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB) vai começar o mês de dezembro com mais um assunto a ser esclarecido. Depois dos casos do Ouro Verde, em que o Ministério Público investiga desvios de verbas da saúde e o da merenda escolar, em que o Ministério Público Federal apura supostos desvios de verbas públicas destinadas […]

O prefeito de Campinas, Jonas Donizette (PSB) vai começar o mês de dezembro com mais um assunto a ser esclarecido.

Depois dos casos do Ouro Verde, em que o Ministério Público investiga desvios de verbas da saúde e o da merenda escolar, em que o Ministério Público Federal apura supostos desvios de verbas públicas destinadas à merenda escolar no município, atrásra o nome dele foi citado em um esquema de “caixa 2” em que, pelo menos, R$ 30 milhões não declarados foram usados em campanhas eleitorais, de pelo menos 15 políticos, que envolvem ainda governadores e deputados.

Na região, mais quatro nomes foram citados por executivos do Grupo CCR, que tem concessões de rodovias em São Paulo em um acordo de leniência com o Ministério Público.

De acordo com informações dos executivos, Jonas teria recebido R$ 100 mil da CCR. O mesmo valor teria sido pago a Cauê Macris (PSDB), atual presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, e ao deputado estadual Chico Sardelli (PV). Já a deputada estadual Célia Leão (PSDB), anunciada como titular da Secretaria da Pessoa com Deficiência no governo Doria, teria recebido R$ 200 mil, enquanto o ex-deputado Antônio Mentor (PT), R$ 150 mil.

Os valores teriam sido pagos entre 2010 e 2013 em troca de garantias caso fossem eleitos. Todos os políticos negam participação no esquema.

Em nota, a Prefeitura de Campinas informou que Jonas Donizette nunca recebeu doação da CCR no período mencionado, nem em qualquer outro período. A administração destacou ainda que as contas de todas as campanhas eleitorais das quais o prefeito participou sempre foram aprovadas pela Justiça Eleitoral.

Como a CCR é uma concessionária de serviço público, não poderia fazer doação a campanhas eleitorais de forma lícita.

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