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Júri Popular condena torcedores que participaram da morte de Bugrino

Após 12 horas de julgamento, um Júri Popular condenou os torcedores da Ponte Preta, Carlos Daniel Sampaio e Bruno Barros Batista Rodrigues, a 19 anos de prisão pela morte do

Júri Popular condena torcedores que participaram da morte de Bugrino
Foto: Valéria Hein

Após 12 horas de julgamento, um Júri Popular condenou os torcedores da Ponte Preta, Carlos Daniel Sampaio e Bruno Barros Batista Rodrigues, a 19 anos de prisão pela morte do torcedor do Guarani, Anderson Ferreira, de 28 anos. O Júri Popular ocorreu no Fórum de Campinas. Foi formado por sete pessoas e seis testemunhas de defesa e acusação foram ouvidas.

Os réus participaram da briga de torcidas que causou a morte do torcedor do no dia 15 de março de 2012, no Brinco de Ouro, após uma rodada dupla de “derbinhos”, que é um jogo entre equipes das categorias de base dos clubes e ocorreu entre os times sub-15 e sub-17 de Guarani e Ponte Preta.

Logo após a partida, vencida pela Ponte Preta, os torcedores da Ponte  foram escoltados até o Moisés Lucarelli, mas alguns voltaram ao Brinco de Ouro, quando a briga começou. Anderson Ferreira foi atingido por pedras e uma barra de ferro e teve traumatismo craniano e torácico. Foi levado ao Hospital Mário Gatti, mas morreu três dias depois. A defesa dos réus adiantou que eles vão recorrer da sentença dada na madrugada desta quarta-feira.

Em 2018, outros cinco torcedores da Ponte Preta também foram condenados a 19 anos de prisão pelo mesmo crime. Quatro deles puderam recorrer da decisão em liberdade após a sentença, mas o Tribunal de Justiça, em atendimento a um pedido da Promotoria Pública, expediu mandados de prisão. Os réus, no entanto, estão foragidos.

 

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