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Paciente grava a atrásnia no atendimento do Mário Gatti

A crise no atendimento médico/hospitalar em Campinas teve novo episódio no Pronto Socorro do Hospital Mário Gatti. Nas 9 horas de espera por atendimento, Natália Ramos Brocchi, com fortes dores

Paciente grava a atrásnia no atendimento do Mário Gatti
Foto: Arquivo/CBN Campinas

A crise no atendimento médico/hospitalar em Campinas teve novo episódio no Pronto Socorro do Hospital Mário Gatti. Nas 9 horas de espera por atendimento, Natália Ramos Brocchi, com fortes dores no pescoço e ombros, conta ter recebido medicamentos que não resolveram o problema e ela acabou voltando ao Hospital nesta segunda-feira.

Na madrugada de sexta para sábado, ela presenciou situações ainda mais críticas que as dela. Revoltada, Natália resolveu gravar tudo no celular. Na manhã desta segunda-feira, a situação não estava muito diferente, com relatos de pacientes esperando até cinco horas por atendimento. Entre eles, Simone Pires, de 18 anos, chorava ao lado da mãe, com dores de cabeça, mal estar e febre de 40 graus.

A mãe dela, Isabel Pires, conta que a filha foi atendida na quinta-feira passada e foi orientada a voltar para casa, após tomar soro. Dilson Antônio, que sofre de uma doença neurológica, aguardava há 3 horas atendimento com agravamento da doença, que lhe causou uma paralisia facial. João Batista lamenta que essa realidade tenha se tornado rotina no Hospital.

Resposta

A Rede Mário Gatti, responsável pela gestão da unidade, informou, por meio de nota, que as escalas de médicos do Hospital Mário Gatti estão completas.

Sobre o tempo de atendimento, a administração municipal disse que todos os pacientes que procuram os hospitais passam por triagem e classificação de risco, e que as urgências e emergências são prioridade.

A rede Mário Gatti finaliza a nota e explica que os pacientes classificados como casos de menor complexidade aguardam mais tempo por atendimento.

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