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Área de exame de CNH para pessoas com deficiência não tem infra estrutura

A área utilizada por dezenas de pessoas, quase que diariamente, para fazer o exame de direção veicular para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação PCD, em Campinas, não conta infraestrutura

Área de exame de CNH para pessoas com deficiência não tem infra estrutura
Foto: Flávio Botelho

A área utilizada por dezenas de pessoas, quase que diariamente, para fazer o exame de direção veicular para obtenção da Carteira Nacional de Habilitação PCD, em Campinas, não conta infraestrutura básica.

O local disponibilizado pela Prefeitura de Campinas fica na Praça de Esportes do Jardim Aurélia.  A praça, por sua vez, parece abandonada pelo poder publico. Há sujeira por todos os cantos.

Para quem vai fazer o exame de volante afim de obter a Carteira de Motorista PCD ou seja para pessoas com deficiência, não existem abrigo, rampas, banheiros e se quer lugar para sentar.

A aposentada Regina Maria Vieira, que tem problemas nas pernas e não pode ficar em pé por muito tempo, teve que levar uma banqueta de casa para poder esperar a chamada para o exame. O aposentado César Rodrigues de Sousa, usa muletas e por sorte conseguiu um banco para poder sentar.

Os banheiros da Praça de Esporte, que poderiam servir para a população que vai até o local para fazer o exame, não tem nenhuma condição de uso. O masculino fica trancado com cadeados.  Já no feminino, que é uma especie de vestiário a muito tempo não é limpo o que torna impossível a utilização. Para o empresario Djalma Ferreira Santos, a situação no local é sub-humana.

A Secretaria de Esportes e Lazer informaou que, em reunião com o Detran, ficou definido que as melhorias seriam realizadas pelo órgão estadual. 

Já o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo, o Detran.SP, rebateu  informando que aguarda autorização da Prefeitura de Campinas para começar a realizar os exames práticos de direção em nova área, na rua Fiorindo Casotti. Desta forma, o Detran.SP poderá atender todas as necessidades dos cidadãos, inclusive aqueles com deficiência. O órgão informa ainda que o pedido foi feito por meio de ofício protocolado em fevereiro deste ano, em razão da proposta anterior ter se apresentado inviável.

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