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Sindicato prevê demissões no setor de entregas rápidas

Neste período de pandemia e confinamento em casa por conta do novo coronavírus, os serviços de entrega sob duas rodas passou a ser uma das principais alternativas para quem não

Sindicato prevê demissões no setor de entregas rápidas
Foto: Arquivo/CBN

Neste período de pandemia e confinamento em casa por conta do novo coronavírus, os serviços de entrega sob duas rodas passou a ser uma das principais alternativas para quem não pode sair às ruas. O volume de entregas cresceu, mas já registra queda e a tendência é de demissão no setor formal.

Além dos motoboys, que trabalham de forma autônoma e sem nenhum direito trabalhista para as plataformas digitais, existe toda uma categoria de motofretistas que são profissionais contratados por empresas terceirizadas.  Diferente dos profissionais autônomos, que recebem por produção para o delivery por aplicativo, os entregadores celetistas têm garantido os seus salários e todos os direitos trabalhistas.

Além disso, segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Distribuição de Entregas Rápidas do Estado de São Paulo, Fernando Souza, durante a crise em que o país vive, todos os profissionais são orientados sobre o problema e recebem materiais para a higienização pessoal e dos equipamentos. Ele acredita que as medidas de segurança e higiene adotadas pelos profissionais do setor neste período de pandemia da covid-19 não estão sendo seguidas pelos autônomos que fazem as entregas por aplicativo.

De acordo com o presidente do sindicato, na primeira semana do Decreto Estadual que estabeleceu a quarentena, houve um crescimento significativo nos chamados para as entregas em casa. Porém, com o passar dos dias, o número foi diminuindo e a tendência, na opinião dele, é de redução ainda maior. Com isso, acredita que as demissões no setor serão inevitáveis e atinjam uma média de 30% a 40% da categoria. Em todo o estado, são cerca de 380 mil trabalhadores. Deste  total, são aproximadamente 8 mil em Campinas.

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