Um composto químico encontrado na casca do caju promove o reparo dos nervos danificados pela esclerose múltipla. A substância ajuda a recuperar a mielina, capa protetora dos nervos. A doença provoca danos nessa estrutura. A análise é uma das conclusões do estudo desenvolvido por uma universidade dos Estados Unidos e publicado na revista da Academia de Ciências norte-americana. O trabalho levou a uma série de novos resultados que apontam para o potencial terapêutico do ácido anacárdico para doenças que atacam a mielina.