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Passageiros relatam viagens em aviões lotados

Quem precisa viajar de avião por motivo de extrema necessidade, tem se deparado com situações que ampliam a preocupação com a pandemia, como a falta de consciência de alguns passageiros,

Passageiros relatam viagens em aviões lotados
Foto: Danilo Braga

Quem precisa viajar de avião por motivo de extrema necessidade, tem se deparado com situações que ampliam a preocupação com a pandemia, como a falta de consciência de alguns passageiros, a falta de fiscalização nos aeroportos e aviões lotados. É o caso da sargento Letícia Scatolini, que precisou realizar duas viagens de ida e volta, pela Companhia Azul, entre Campinas e Campo Grande neste período. Ela conta que o uso de máscaras está sendo respeitado na maioria dos casos. No entanto, o que mais a preocupou foi a aglomeração dentro dos aviões. O jornalista, Gabriel Rocha, viajou recentemente para o Rio de Janeiro pela companhia Gol e também observou que não foram isolados os assentos do meio.

Gabriel utilizou o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, onde, para ele, falta fiscalização do Terminal para exigir que os passageiros cumpram os protocolos de distanciamento e para fiscalizar se as cafeterias e restaurantes estão respeitando as normas. Viracopos informou que cumpre todas as recomendações das autoridades sanitárias, com sinalização de solo e digitais, orientando sobre os cuidados para evitar o contágio e que possui funcionários com os coletes “Posso ajudar?”, 24h por dia. Realiza medição de temperatura de todos os passageiros no embarque e faz a desinfecção geral do aeroporto três vezes por dia e o passageiro que não utiliza máscara é imediatamente orientado a usar. O aeroporto informou que orienta os lojistas sobre as normas da Anvisa e que cabe ao estabelecimento a responsabilidade de cumprir a determinação.

Sobre distanciamento nos aviões, a Azul e a Gol esclareceram que as aeronaves da empresa são equipadas com um filtro que renova o ar, capaz de extrair 99,99% dos vírus existentes dentro do avião. A Azul acrescentou que limitar a venda de assentos torna toda e qualquer operação insustentável. E a Gol citou um estudo da Associação Internacional de Transportes Aéreos e da Organização Internacional da Aviação Civil, que aponta não haver evidência científica de que o distanciamento na aeronave seja efetivo. As duas empresas informaram que o uso de máscaras por todos os clientes nos voos passou a ser uma questão de segurança coletiva, por isso, a exigência está sendo cumprida e fiscalizada.

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