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Impacto nas finanças é menor do que esperado

O impacto da pandemia da Covid-19 nos cofres da Prefeitura de Campinas foi bem menos significativo do que se esperava. A afirmação é do Secretário Municipal de Finanças, Tarcísio Cintra.

Impacto nas finanças é menor do que esperado
Foto: Flávio Botelho
O impacto da pandemia da Covid-19 nos cofres da Prefeitura de Campinas foi bem menos significativo do que se esperava. A afirmação é do Secretário Municipal de Finanças, Tarcísio Cintra.
Desde o início da pandemia houve queda na arrecadação do IPTU, na sequência uma  estabilização posteriormente retorno do crescimento. O mesmo ocorreu com o ITBI. O recebido em atrássto, por exemplo, chegou a ser  maior que no ano passado. No acumulado do ano já registra um aumento 1,5%. Na arrecadação  do ISS, o volume foi  zerado e já  começou a registrar  aumento.
De  acordo com  Secretário Municipal de Finanças, analisando os  segmentos houve redução na emissão de notas fiscais, mas,  não na arrecadação. O  motivo segundo ele, foi que  as  grandes empresas não  pararam com a pandemia. O  repasse do Governo Federal, de R$ 104 milhões aos cofres do município, aliado aos mais de  R$ 100 milhões repassados pelo SUS para o  enfrentamento da  pandemia ajudaram a equilibrar o orçamento.
Segundo o Secretário, antes do início da crise era  tudo uma incógnita na economia e ninguém sabia o que iria acontecer com as  finanças, porém, a  situação  ficou menos pior do que se esperava. De acordo com ele, a  administração vai  entregar ao futuro prefeito da cidade os cofres  em equilíbrio e prestes a atingir o patamar de antes. Problema  como o da Camprev foi equacionado e diluído para os próximos 70 anos. Houve  avanços também com a suspensão dos precatórios e o parcelamento da folha de  pagamento da prefeitura foi solucionado.
Para o  Secretário de Finanças de Campinas,  o futuro  gestor vai ter  que  saber trabalhar com o equilíbrio fiscal e com a reforma tributária  que é  bem mais complicada, pois, há três projetos caminhando no Congresso Federal que podem mudar significativamente a receita dos municípios, em especial a dos grandes arrecadadores de ISS, como é o caso de Campinas.

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