A transmissão do coronavírus através da água do mar ou de piscina é inexistente e não oferece risco. A afirmação é do professor de Epidemiologia da Faculdade São Leopoldo Mandic de Campinas, André Ribas Freitas. De acordo com ele, o problema é a aglomeração de pessoas.
O epidemiologista acrescenta que o primordial é o distanciamento, que deve ser de no mínimo de um metro e meio. Segundo ele o risco de contrair o coronavírus é maior em ambientes fechados.
Para André Ribas de Freitas, os clubes sociais já poderiam estar se restruturando para reabrirem , obedecendo os protocolos de distanciamento e higiene prescritos no plano são paulo para o enfrentamento da pandemia.
No último mês de maio, pesquisadores espanhóis do Conselho Superior de Investigações Científicas divulgaram um relatório em que dizem que a transmissão do coronavírus pela água é bem pouco provável. No relatório reforçaram que o problema em piscinas, praias, rios e lagos é a aglomeração que normalmente se forma nesses ambientes. Outro grande problema verificado é uso compartilhado de objetos comuns, como copos, talheres, toalhas e outros objetos.