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Em Campinas, 2020 registra volume de chuva abaixo da média

Mesmo com as fortes pancadas de chuvas registradas nas últimas semanas de 2020, Campinas fechou o ano passado com um volume abaixo da média histórica, segundo dados do Cepagri da

Em Campinas, 2020 registra volume de chuva abaixo da média
Mesmo com as fortes pancadas de chuvas registradas nas últimas semanas de 2020, Campinas fechou o ano passado com um volume abaixo da média histórica, segundo dados do Cepagri da Unicamp. A média anual histórica do município apontava para um volume total de 1410,2 milímetros, mas o ano passado fechou em apenas 968,9 milímetros. Chama atenção o […]

Mesmo com as fortes pancadas de chuvas registradas nas últimas semanas de 2020, Campinas fechou o ano passado com um volume abaixo da média histórica, segundo dados do Cepagri da Unicamp. A média anual histórica do município apontava para um volume total de 1410,2 milímetros, mas o ano passado fechou em apenas 968,9 milímetros. Chama atenção o mês de abril, que simplesmente não choveu.

Além disso, em janeiro e dezembro, meses com maior volume de chuva na região, choveu consideravelmente menos em 2020, quando comparado à médica histórica. No primeiro mês do ano passado, foram 252 milímetros de chuva, contra 273 da média histórica e no último mês de dezembro, foram 161 milímetros ante 204. Para a meteorologista do Cepagri da Unicamp, Ana Ávila, nem mesmo as chuvas vistas no final de ano foram suficientes para aproximar o volume dos padrões considerados normais. “O ano de 2020 ficou com um total de chuvas abaixo da média. Choveu aproximadamente 70% do esperado para todo o ano. Entre março e outubro, tivemos chuvas bem abaixo da média esperada. E mesmo atrásra em dezembro, as chuvas retornaram de forma mais generalizada e mesmo assim não atingiu a média”, afirma.

Já em relação à temperatura, 2020 foi um ao que oscilou bastante entre dias quentes e frios. Ana Ávila afirma que neste caso, as condições não surpreenderam. “Com relação às temperaturas, alta variabilidade. Nós tivemos um outono frio. No mês de maio, nós tivemos temperaturas abaixo do esperado,  e o mês de setembro bastante quente., acima da média, devido à persistência da massa de ar seco. Mas, na média, as temperaturas ficaram dentro do que era previsto”, explicou. Com o volume baixo de chuva, cresce a preocupação em relação aos problemas de abastecimento, mas a tendência é de que as chuvas continuem em um bom volume durante o mês de janeiro.

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