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Diretora e professora afastadas farão atividades burocráticas

Após terem sido afastadas da Escola Estadual Aníbal de Freitas, em Campinas, as duas profissionais que criticaram um aluno por sugerir um trabalho com temática LGBTQIA+ passarão a exercer atividades

Diretora e professora afastadas farão atividades burocráticas
Foto: Danilo Braga

Após terem sido afastadas da Escola Estadual Aníbal de Freitas, em Campinas, as duas profissionais que criticaram um aluno por sugerir um trabalho com temática LGBTQIA+ passarão a exercer  atividades exclusivamente burocráticas. A decisão foi pulicada ontem na Imprensa Oficial do Estado.

A diretora e a professora mediadora haviam sido afastadas pela Secretaria Estadual de Educação e atrásra foi definido que as duas servidoras vão atuar com restrição junto à Diretoria de Ensino Região Campinas Leste enquanto o caso estiver sendo apurado.

O estudante de 11 anos do 6º ano do ensino fundamental foi criticado no grupo de estudos do WhatsApp há uma semana. Para a família, houve preconceito e intimidação e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil e Ministério Público.

A direção da escola se manifestou no grupo do WhatsApp onde houve a crítica ao aluno,  lamentando o ocorrido, além de ter enviado uma carta à família do aluno se retratando.

O caso repercutiu ainda na Assembleia Legislativa de SP, onde foi publicada uma moção de repúdio. No texto, foi lembrado que o caso ocorreu no mês mundial de orgulho LGBTQIA+.

Já o Ministério Público de São Paulo deu um prazo de cinco dias para que a unidade de ensino esclareça o episódio. A investigação pela Polícia Civil prossegue no 7º Distrito Policial de Campinas. A irmã do estudante foi ouvida e entregou todas as mensagens para serem analisadas.

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