Policiais do Deic de Campinas cumpriram 13 mandados de busca e apreensão relacionados à investigação que apura o assassinato do presidente do sindicato dos rodoviários de Campinas, Nilton Aparecido de Maria.
O crime aconteceu no dia 26 de janeiro, quando a vítima saia de carro de sua casa, no residencial Novo Mundo. Ele foi rendido por um homem e em seguida, morto com um tiro na nuca. Dias depois, o carro usado pelos assassinos foi encontrado queimado.
Na operação desta sexta-feira, 18, foram apreendidos computadores, celulares e documentos, que serão enviados à perícia. Quatro pessoas foram encaminhadas ao Distrito Policial, onde prestaram depoimento na condição de investigadas.
O delegado do setor de homicídios de Campinas, Rui Pegolo, descartou a hipótese de latrocínio e acredita que trata-se de um crime de mando. Ele não detalhou as investigações, que acontecem sob sigilo. “O caso está em sigilo. Hoje foram apreendidos celulares e mais documentos de apuração e investigação. A Polícia Civil já descartou a hipótese de latrocínio. A linha de investigação aponta para um crime de homicídio realmente, encomendado. Nós temos bastante elementos”, afirmou.
Sem entrar em detalhes, o Delegado Rui Pegolo afirmou que a polícia tem uma linha de investigação clara e acredita que o crime será solucionado em breve. “A Polícia já tem o fio condutor desta investigação, que está sendo corroborado há cada dia que passa. Então a polícia tem expectativa de que esse caso seja esclarecido 100%”, disse.
Todas as pessoas ouvidas pela investigação na delegacia foram liberadas em seguida.