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Obras inacabadas do BRT prejudicam o Comércio da Região do Vida Nova

Os comerciantes da Região do Vida Nova, no distrito do Ouro Verde, em Campinas, afirmam estarem cansados de esperar pela finalização das obras do BRT. Eles alegam que a sujeira

Obras inacabadas do BRT prejudicam o Comércio da Região do Vida Nova
Foto: Valéria Hein

Os comerciantes da Região do Vida Nova, no distrito do Ouro Verde, em Campinas, afirmam estarem cansados de esperar pela finalização das obras do BRT.  Eles alegam que a sujeira e o entulho das obras inacabadas prejudicam o comércio, por causa do cenário de abandono e acidentes. No Jardim Marajó, os comerciantes alegam que raramente têm trabalhadores no trecho da estação de transferência e a obra inacabada prejudica o Comércio. 

O comerciante, João Carlos, proprietário de uma loja de acessórios para motos, conta que as obras inacabadas espantam os clientes. por causa do abandono e do receio de transtornos no trânsito, os clientes têm evitado a região. No Terminal Vida Nova, que chega se depara com uma plataforma do BRT, que começou a ser construída e foi abandonada, com pedaços de concreto soltando, ferrugem, goteira, entulho e sujeira espalhados.

Este trecho com obras paradas são de responsabilidade da Artec, a mesma empreiteira que foi multada em R$ 100 milhões pelo atraso na entrega, mas que depois a secretaria de infraestrutura retirou a multa porque a empresa “prometeu” que retomaria.

De acordo com  a Secretaria de Infraestrutura,  os prazos de conclusão têm sofrido alteração por causa de problemas burocráticos nas aprovações e tramitações dos projetos, que se agravaram por causa da pandemia. Além disso, a pasta cota mudanças em projetos que tiveram que ser negociados com a Artesp, como por exemplo, a obras do viaduto sobre a Rodovia dos Bandeirantes. 

O que diz Secretaria de Infraestrutura

A Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) esclarece que as obras do BRT nesta região pertencem ao Lote 4 do Corredor Ouro Verde.
A empresa já foi penalizada pela prefeitura anteriormente. A penalização foi suspensa depois que a empresa assumiu compromisso da continuação da obra diante dos prazos e conceitos técnicos definidos pela Seinfra.

A Secretaria está acompanhando atentamente o trabalho. Caso os prazos e especificações técnicas não sejam cumpridos, a Prefeitura irá retomar o processo de penalização e demais providências cabíveis.

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