Câmara rejeita CP contra prefeito de Nova Odessa por suposta propina para o MEC

Foto: Divulgação

A Câmara de Vereadores de Nova Odessa rejeitou a abertura de uma Comissão Processante contra o prefeito Cláudio José Schooder, o Leitinho (PSD), para avaliar se houve participação do chefe do executivo da cidade no escândalo do Ministério da Educação que levou à prisão do ex-ministro Milton Ribeiro.

Em entrevista à CBN Campinas, o empresário José Edvaldo Brito disse que comunicou a Polícia Federal que o pastor Arilton Moura pediu R$ 100 mil para fazer o projeto “Gabinete Itinerante” em Nova Odessa, que teria a presença de Milton Ribeiro.

O “Gabinete Itinerante” sediou reunião do ex-ministro com prefeitos para analisar pedidos de recursos federais para as cidades. 

A denúncia do esquema de corrupção no Ministério da Educação levou à prisão, na semana passada, do ex-ministro e de outros quatro suspeitos. Eles já foram soltos.

Durante a votação do pedido da Comissão Processante, houve manifestação de moradores que foram à Câmara para protestar. 

Foram sete votos contrários contra dois favoráveis à abertura da CP.

A Prefeitura de Nova Odessa afirma que não pagou qualquer valor a pastores ou servidores federais pela realização do evento oficial do MEC na cidade em agosto do ano passado, e que a única coisa que saiu do cofre público foi o “coffee break” oferecido para as autoridades. 

A administração frisou que nem o prefeito, nem o secretário de Educação receberam qualquer pedido de vantagem indevida antes, durante ou depois do evento do Ministério da Educação na cidade.

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