O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, em Americana, criou um novo protocolo de atendimento específico para mulheres vítimas de violência.
A vítima, ao chegar ao hospital, conta sobre a situação na triagem e já é atendida em conjunto pelo médico e profissionais do serviço social e enfermagem, que ouvem toda a história da paciente.
Depois, um relatório vai ser feito para o Centro de Referência de Assistência Social (Creas).
O objetivo desse novo protocolo é evitar que a vítima conte a mesma história mais de uma vez, o que, segundo os assistentes sociais, se tornava uma “revitimização”.
A mudança no protocolo também vem em um momento em que a cidade registra aumento nos registros de violência contra mulher.
Segundo a prefeitura, em 2019 foram 418 notificações, contra 466 no ano passado – aumento de 11%.
Em 2022, já são 461 registros até a semana passada.