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CPI da Propina entra na fase de depoimentos

A CPI da propina da Câmara de Campinas entra nesta semana em uma nova fase. A dos depoimentos. Na quarta-feira, às 10h da manhã, está agendada a oitiva com o

CPI da Propina entra na fase de depoimentos
Foto: Câmara de Vereadores de Campinas

A CPI da propina da Câmara de Campinas entra nesta semana em uma nova fase. A dos depoimentos. Na quarta-feira, às 10h da manhã, está agendada a oitiva com o diretor da empresa que gerencia os trabalhos da TV Câmara, Celso Palma, que gravou as conversas com o presidente do Legislativo, Zé Carlos (PSB) durante várias reuniões.

Nesses encontros, onde o ex-subsecretário de Relações Institucionais Rafael Creato também participava, Zé Carlos teria pedido propina para renovar o contrato de administração da TV Câmara. 

No mesmo dia, mas às 14h, está agendado o depoimento do vereador Marcelo Silva (PSD). Ele foi incluído na lista de depoentes já que o empresário, após obter as gravações, o procurou e foi orientado por Silva a levar a denúncia direto ao Ministério Público.

A CPI também pretende ouvir o ex-subsecretário de Relações Institucionais, Rafael Creato. De acordo com as investigações do MP, ele seria o responsável pela intermediação dos pedidos de Zé Carlos ao empresário. 

Outro que será ouvido será o próprio Zé Carlos, mas nos bastidores, a informação é de que ele seja o último dessa fase de depoimentos.

Os depoimentos ocorrerão no Teatro Bento Quirino e aberto ao público.

A CBN Campinas já trouxe, na última semana, a informação de que ele irá renunciar à presidência da Câmara na próxima segunda-feira, data que vence o período de afastamento. Ele irá, porém, seguir no cargo de vereador. A defesa de Zé Carlos informou que ele adotará essa medida para evitar que seja imputado a ele qualquer interferência nos trabalhos da Comissão.

A CPI da propina tem como presidente o vereador Paulo Gaspar (Novo) e Major Jaime (PP) como relator. Outros cinco vereadores integram a Comissão.

A operação do Ministério Público que desencadeou a formação da CPI ocorreu em 17 de atrássto. Na ocasião, o Gaeco cumpriu mandados de busca e apreensão na Câmara de Vereadores, na sede da Ponte Preta e no Bento Quirino, na casa do presidente do legislativo, Zé Carlos, e na casa e escritório do subsecretário de Relações Institucionais da casa, Rafael Creato.

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