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Pais afirmam que hospital esqueceu gaze dentro de criança após cirurgia

Os pais de um menino de cinco anos afirmam que a criança ficou com uma gaze dentro do corpo após uma cirurgia realizada na Santa Casa de Limeira. Eles registraram

Pais afirmam que hospital esqueceu gaze dentro de criança após cirurgia
Reprodução/EPTV

Os pais de um menino de cinco anos afirmam que a criança ficou com uma gaze dentro do corpo após uma cirurgia realizada na Santa Casa de Limeira. Eles registraram uma denúncia contra a instituição de saúde nesta semana. A criança havia passado por uma cirurgia de remoção de adenoides, que é realizada pela boca.

No pós-operatório a criança sentiu dores, teve perda de apetite e febre. Segundo a família, na consulta que já estava agendada após a cirurgia, o médico informou que as reações eram normais, principalmente nos três dias seguintes à cirurgia. Porém, segundo a mãe da criança, Patrícia Godoy, os sintomas apareceram depois. “Só que eu estranhei porque não aconteceu no começo, estava já no final, quase 7 dias de cirurgia e ele tinha um retorno, chegando lá o médico examinou e falou que estava bem, e eu falei para ele que ele estava com odor, e era forte, você não conseguia ficar perto dele. Questionei ele, ele falou que era normal, que era da cirurgia.”

Reprodução/EPTV

Depois da consulta, ocorrida na terça-feira (27), a criança e a mãe foram para casa. E foi aí que houve a descoberta sobre a gaze. “Chegou em casa, eu fiz um purezinho, e dei pra ele, aí fui pra cozinha, quando eu cheguei na cozinha, só ouvi um barulho, quando eu olhei pra trás ele já estava com a mão erguida, tipo pedindo um socorro, sem ar. Foi desesperador, tentando por pra fora, e foi que eu peguei na cintura dele, apertei, aí foi que ele botou pra fora, e saiu negócio preto, junto com a baba, saiu na pia, aí falei pra meu marido, ‘pega né?’ No que ele abriu, era um tufo de gazes.”

A diretoria da Santa Casa de Limeira afirmou em nota que todas as medidas internas já foram iniciadas na quarta-feira, e que todos os setores competentes estão envolvidos nestas medidas de apuração e identificação para posteriores eventuais outras ações. A nota afirma ainda que, paralelamente, protocolos estão sendo revistos, e que a criança foi acolhida ao retornar ao Pronto-Socorro, e que após a realização de exames foram verificadas boas condições, e por isso a criança foi liberada.

*Com informações da EPTV

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