Após a confirmação de que um soldado de 18 anos que cumpria serviço militar no 28º Batalhão de Infantaria Mecanizado de Campinas morreu por febre maculosa, o Comando Militar do Sudeste do Exército informou que outros militares estão com suspeita da doença.
O total de militares com sintomas não foi detalhado.
Em nota, o Comando informou que os casos não são graves, e que os pacientes estão sendo tratados e acompanhados com os protocolos médicos previstos, em “estreito contato com as autoridades de saúde”.
No ano passado, um outro soldado de 18 anos da guarnição já havia morrido por maculosa. O local provável das infecções é a Fazenda do Exército, a Fazenda Chapadão, e por isso os militares adotaram medidas preventivas no local.
Ainda segundo o Comando Militar do Sudeste, as organizações militares atuam de forma preventiva e de conscientização sobre a doença. Entre algumas das medidas, a compra de repelentes específicos, antibióticos e o carrapaticida.
A febre maculosa é transmitida pelo carrapato-estrela contaminado por uma das duas bactérias que estão em circulação no Estado de São Paulo.