A prisão temporária do cantor João Vitor Malachias, suspeito de matar a namorada Bruna Angleri, em Araras, foi prorrogada por mais 30 dias.
Bruna foi encontrada com o corpo parcialmente carbonizado sobre a cama, dentro da casa, em um condomínio de alto padrão de Araras. Após análise do Instituto de Criminalística, foi constatado que ela, antes de ser carbonizada, foi atingida com um tiro no rosto.
O cantor foi considerado o principal suspeito por ter tido um relacionamento de alguns meses com a dentista e, após a separação, ter invadido a casa dela e a agredido em duas ocasiões. Ela tinha uma medida protetiva contra o ex.
João Vitor Malachias foi preso na noite de 8 de outubro, em Ribeirão Preto, quando, segundo a Polícia Civil, tentava fugir para Goiás. Ele já tinha um mandado de prisão temporária expedido desde 6 de novembro.
Antes de ser preso, ele fugiu de uma perseguição policial na rodovia Anhanguera, no mesmo dia em que a prisão temporária foi decretada.
A Polícia Militar tentou prendê-lo no pedágio de São Simão, mas o cantor não obedeceu a ordem de parada, depois abandonou o carro na rodovia e fugiu por um canavial na altura de Cravinhos.
Após ser perseguido, o cantor sertanejo publicou uma nota em uma rede social, dizendo que fugiu porque ficou desesperado e que se houver um pedido de prisão contra ele, iria se entregar, o que não aconteceu.
A defesa de João Vitor mudou nos últimos dias, e o Grupo EP não conseguiu localizar o novo advogado.