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Prisões após ataques a carros-fortes e banco são convertidas para preventivas

O Tribunal de Justiça de São Paulo converteu em preventiva as prisões em flagrante de Ritchie de Souza Lima e Társio Rodrigo da Silva, suspeitos de envolvimento em ataques a

Prisões após ataques a carros-fortes e banco são convertidas para preventivas
O Tribunal de Justiça de São Paulo converteu em preventiva as prisões em flagrante de Ritchie de Souza Lima e Társio Rodrigo da Silva, suspeitos de envolvimento em ataques a carros-fortes e a uma agência bancária na região de Piracicaba.   De acordo com informações da Polícia, ex-policial – Ritchie foi expulso da corporação há […]

O Tribunal de Justiça de São Paulo converteu em preventiva as prisões em flagrante de Ritchie de Souza Lima e Társio Rodrigo da Silva, suspeitos de envolvimento em ataques a carros-fortes e a uma agência bancária na região de Piracicaba.  

De acordo com informações da Polícia, ex-policial – Ritchie foi expulso da corporação há mais de 15 anos.  Ainda segundo a polícia ele era responsável pelo apoio logístico à quadrilha. Em Sumaré, na casa dele, oram encontrados quatro fuzis, coletes, roupas camufladas, explosivos, munições e rádios comunicadores, além de um saco contendo cerca de R$ 110 mil em dinheiro. 

Os crimes ocorreram entre a madrugada e início da noite da última segunda-feira.  

O primeiro em uma agência do Banco do Brasil de São Pedro. As explosões destruíram o estabelecimento, de onde os ladrões levaram R$ 200 mil. 

O segundo foi um ataque a dois carros-fortes na Rodovia Washington Luís (SP-310), em Cordeirópolis. Meia hora depois, ocorreu o terceiro crime, uma tentativa de explosão de carro-forte na Rodovia Luiz de Queiroz (SP-304), em Piracicaba. 

Os suspeitos, e um terceiro investigado que morreu em confronto com a polícia, já tinham praticado esses tipos de crimes no passado, de acordo com a Polícia Civil. 

A investigação atrásra segue para chegar a outros integrantes da quadrilha. 

Entre ações previstas, estão análises de provas de DNA e exames periciais, provas testemunhais, trocas de informações com a Polícia Militar, Guardas Municipais e muralhas digitais. 

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