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Alckmin diz que motivos para pedido de impeachment são fortes

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, negou que tenha reunião marcada com a presidente Dilma Rousseff, do PT, em Brasília nos próximos dias e se disse favorável

Alckmin diz que motivos para pedido de impeachment são fortes
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, negou que tenha reunião marcada com a presidente Dilma Rousseff, do PT, em Brasília nos próximos dias e se disse favorável a abertura do processo de impeachment. Em visita a Campinas, no interior de São Paulo, Alckmin afirmou que considera razoáveis os motivos apresentados pelos autores do […]

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, negou que tenha reunião marcada com a presidente Dilma Rousseff, do PT, em Brasília nos próximos dias e se disse favorável a abertura do processo de impeachment. Em visita a Campinas, no interior de São Paulo, Alckmin afirmou que considera razoáveis os motivos apresentados pelos autores do pedido, discordou de quem alega tentativa de golpe e defendeu o que chamou de dispositivo constitucional.

Questionado sobre uma possível conversa que teria com a presidente, na qual Dilma poderia pedir o apoio dele, o governador negou que exista algo marcado e disse que viajaria a Brasília para tratar de outros assuntos. Entre eles, a liberação da vacina contra os quatro tipos de dengue em São Paulo, que ainda depende de uma autorização da Anvisa, e uma reunião com os outros 26 governadores do País sobre a situação do zika vírus.

O tucano ainda negou que Dilma tenha pedido para que ele ficasse isento sobre o impeachment e disse que não tratou sobre o processo aberto na Câmara dos Deputados com o vice-presidente Michel Temer, do PDMB. Sobre a carta enviada pelo peemedebista a presidente Dilma, na qual o vice-presidente relata mágoas e reclamações, Alckmin preferiu não se posicionar e disse que o assunto só diz respeito ao Governo Federal.

Já sobre o novo responsável pela Pasta Estadual de Educação, disse que ainda não escolheu um nome e voltou a dizer que 2016 será o ano para debater a reorganização escolar junto aos pais, alunos e professores. O governador também afirmou que não vai entrar com medidas judiciais para retirar os alunos das escolas ainda ocupadas e defendeu que a prioridade é retomar as aulas para que o ano letivo seja cumprido.

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