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Troca de entidades preocupa pais de alunos deficientes em Valinhos

A mudança no convênio da Prefeitura de Valinhos para o serviço de atendimento e acolhimento a pessoas com deficiência preocupa os familiares dos alunos, que reclamam sobre a falta de

Troca de entidades preocupa pais de alunos deficientes em Valinhos
A mudança no convênio da Prefeitura de Valinhos para o serviço de atendimento e acolhimento a pessoas com deficiência preocupa os familiares dos alunos, que reclamam sobre a falta de informações. Eles temem o processo de adaptação e questionam a medida. Segundo Luciene Basiotti, mãe de uma jovem atendida há 20 anos na mesma entidade, a […]

A mudança no convênio da Prefeitura de Valinhos para o serviço de atendimento e acolhimento a pessoas com deficiência preocupa os familiares dos alunos, que reclamam sobre a falta de informações. Eles temem o processo de adaptação e questionam a medida. Segundo Luciene Basiotti, mãe de uma jovem atendida há 20 anos na mesma entidade, a confirmação da decisão aconteceu no último dia 15. Desde então a incerteza tomou conta das mães e dos responsáveis.

Sem saber como e quando a transferência será feita, Luciene diz que a filha de 29 anos e os alunos mais jovens podem ser afetados pelas diferenças entre as propostas e atividades da Acesa Capuava e a Apae.  Além disso, a previsão do grupo de pais é de que a mudança na rotina causa muitas dificuldades. Entre elas, a locomoção, problema que deverá ser enfrentado por Neusa Aparecida, avó de uma aluna de 17 anos.

A jovem não consegue caminhar sozinha e o transporte é complicado. Por isso, empecilhos são esperados por Neusa, que teme pelo futuro e acredita que a transferência cause atraso no início das atividades. Questionado sobre as reclamações das mães, o secretário de Desenvolvimento Social de Valinhos, Marco Aurélio Padilha, explica que a mudança no convênio estava prevista e faz parte de um processo normal.

Ele justifica a troca de entidades devido aos valores e números de vagas. Ainda de acordo com o secretário, a inclusão de todas as pessoas com necessidades em uma única entidade foi outro fator importante levado em consideração, algo que só foi possível após a abertura de uma disputa. Por esse motivo, diz que só poderia informar as famílias após a conclusão do processo. E a ideia atrásra é marcar uma reunião com os pais no começo de janeiro, uma semana antes da abertura da Apae.

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