CBN Campinas 99,1 FM
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Compartilhe

Servidores estaduais reclamam de plano de saúde em Campinas

Os servidores públicos estaduais de Campinas reclamam da falta de atendimento do Instituto de Assistência Médica da categoria, o Iamspe, principalmente depois que o Hospital Santa Edwiges fechou as portas.

Os servidores públicos estaduais de Campinas reclamam da falta de atendimento do Instituto de Assistência Médica da categoria, o Iamspe, principalmente depois que o Hospital Santa Edwiges fechou as portas. Com isso, quase 32 mil associados do plano de saúde ficaram sem opção de urgência e emergência e tiveram o serviço ambulatorial restrito a uma unidade, no Centro Médico Botafogo, onde dizem faltar médicos.

Sonia Cavalcante precisa passar por uma cirurgia nos olhos, mas não sabe quando ou como. Sem solução, teve que seguir o exemplo dos colegas e viajar para buscar uma opção. A incerteza, porém, continua. Com a visão do olho direito comprometida, a servidora ainda lembra que um valor mensal é descontado dos vencimentos dela. Por isso reclama sobre o valor e insuficiência da estrutura oferecida pelo plano.

O problema é que o único centro clínico em Campinas, no Botafogo, não possui profissionais em todas as especialidades, situação atribuída por outro professor ao atraso do pagamento nos últimos três meses. Ele ainda diz que o Iamspe nega os atrasos e alega que faz os repasses regularmente. Enquanto isso, atendimentos de urgência somente nos hospitais Ouro Verde e Mário Gatti. Outros serviços, em cidades vizinhas.

Em nota, o Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual disse que a rede da região Campinas atende 26 municípios e oferece mais de 110 serviços médicos entre hospitais, clínicas, consultas e exames. O comunicado defende que as obrigações junto aos credenciados são cumpridas e que foram dispensados para a região de Campinas mais de R$ 18,5 milhões até outubro do ano passado. Segundo o Iamspe, só o Centro Médico Botafogo recebeu repasses da ordem de R$ 1,7 milhão e há interesse do instituto em mais credenciamentos de médicos e hospitais, pois há chance de investimento.

Compartilhe

Conteúdos