A umidade relativa do ar chegou a 27,9% e colocou Campinas em estado de atenção. Os dados da do Cepagri deixam a Defesa Civil em alerta para os próximos meses. A previsão é que a situação fique mais crítica a partir de julho. O coordenador do órgão, Sidnei Furtado, afirma que índices como esse são comuns nessa época do ano. Em plena Operação Estiagem, diversos parâmetros são seguidos pelas equipes para definir medidas de combate ao clima seco.
Um deles é a definição do limite entre 20% a 30% de umidade para definir uma situação de atenção. Por esse motivo, Sidnei faz uma comparação entre as chuvas atípicas de maio e junho e os próximos meses, que vão exigir cuidados. Ainda por conta das precipitações inesperadas, o coordenador da Defesa Civil cita a vegetação mais alta e pede que a limpeza de terrenos e quintais seja feita sem a queima do mato seco, já que a fumaça afeta ainda mais a qualidade do ar.
Além do agravamento dos problemas respiratórios, principalmente entre idosos e crianças, outra preocupação de Sidnei Furtado é com o número de focos de incêndio. As queimadas aumentam nessa época do ano também devido à seca. A população deve evitar a exposição ao sol entre dez da manhã e quatro horas da tarde e procurar fazer a hidratação com frequência, mesmo durante a noite.