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Pesquisa da CNT coloca rodovias da região como as melhores do país

Das dez melhores ligações rodoviárias brasileiras apontadas pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), cinco cortam a região de Campinas. A pesquisa que foi divulgada nesta terça-feira colocou a Rodovia dos

Pesquisa da CNT coloca rodovias da região como as melhores do país
Foto: Divulgação CNT

Das dez melhores ligações rodoviárias brasileiras apontadas pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), cinco cortam a região de Campinas. A pesquisa que foi divulgada nesta terça-feira colocou a Rodovia dos Bandeirantes na primeira colocação, posição essa que ela ocupa desde a edição de 2012. A rodovia é administrada pela CCR AutoBan

Já na segunda posição está a Rodovia Dom Pedro I, administrada pela Rota das Bandeiras, que ocupa a melhor classificação dela desde a edição de 2009.

Outra rodovia que aparece entre as dez melhores ligações rodoviárias do Brasil é a Anhanguera, na 4º colocação, que também é administrada pela AutoBan. Já na 8º posição as ligações envolvendo a Rodovia Adhemar Pereira de Barros (a Campinas-Mogi), administrada pela Renovias e a Santos Dumont (na altura de Sorocaba), estrada essa administrada pela AB Colinas.

Todas as dez primeiras colocadas são rodovias cuja gestão é concessionada. Já as piores são administradas pelo setor público mas não há nenhuma entre as 10 no Estado de São Paulo.

A 21ª edição da Pesquisa CNT de Rodovias avaliou cerca de 105 mil quilômetros de rodovias, um acréscimo de 2,5 mil quilômetros a mais que na edição de 2016. Foi percorrida toda a extensão pavimentada das rodovias federais e das principais rodovias estaduais do país.

Neste ano, a pesquisa constatou uma queda na qualidade do estado geral das rodovias pesquisadas. A classificação regular, ruim ou péssima atingiu 61,8%, enquanto em 2016 esse índice era de 58,2%. Em 2017, 38,2% das rodovias foram consideradas em bom ou ótimo estado, enquanto um ano atrás esse percentual era de 41,8%.

Entre as rodovias administradas pelo setor público, 70,4% da extensão foram avaliadas como regular, ruim ou péssimo e 29,6% foram consideradas com estado geral ótimo ou bom. No caso das rodovias concedidas, 25,6% tiveram o estado geral classificado como regular, ruim ou péssimo; e 74,4% atingiram a classificação ótimo ou bom.

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