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Economia Criativa é alternativa para driblar a crise e a baixa oferta de emprego

De acordo com relatório da FIRJAN, a economia criativa gerou mais de R$ 150 bilhões para a economia brasileira, em 2015. Esse número representa 2,6% do PIB nacional e o

Economia Criativa é alternativa para driblar a crise e a baixa oferta de emprego
De acordo com relatório da FIRJAN, a economia criativa gerou mais de R$ 150 bilhões para a economia brasileira, em 2015. Esse número representa 2,6% do PIB nacional e o segmento empregou cerca de 850 mil pessoas. A Economia Criativa é desenvolvida por empresas que utilizam a criatividade e a inovação como bases dos produtos […]

De acordo com relatório da FIRJAN, a economia criativa gerou mais de R$ 150 bilhões para a economia brasileira, em 2015. Esse número representa 2,6% do PIB nacional e o segmento empregou cerca de 850 mil pessoas. A Economia Criativa é desenvolvida por empresas que utilizam a criatividade e a inovação como bases dos produtos que comercializam.

As pesquisas mundiais sobre empregabilidade fazem prognósticos favoráveis aos profissionais inovadores, que deverão ser os mais beneficiados nas próximas décadas, de acordo com Eliane El Badouy (Badu), coordenadora da pós-graduação em Economia Criativa da Inova Business School. Badu explica que essa união entre indústria e talentos criativos pode contribuir para um diferencial produtivo nas empresas brasileiras.

A Economia Criativa é geradora de emprego em 4 grandes segmentos: Consumo, Cultura, Mídias e Tecnologia. Segundo Badu, os criativos pensam e criam fora da caixa e ligam pontos do mercado criando relação orgânica entre as engrenagens da economia. A economia criativa é uma maneira de driblar períodos de crise econômica, estimulando possibilidades de emprego e oportunidades de mercado.

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