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Cidades da RMC não vão reabrir as escolas

As escolas públicas e privadas do estado de São Paulo já estão autorizadas a reabriram as portas para aplicar aulas de reforço. Porém, só podem participar do reforço os alunos

As escolas públicas e privadas do estado de São Paulo já estão autorizadas a reabriram as portas para aplicar aulas de reforço. Porém, só podem participar do reforço os alunos que tiverem autorização dos pais.  Em todo o Estado, do total de 645 municípios, apenas 128 adotaram a medida.

De acordo com o prefeito de Santa Bárbara D’Oeste e presidente do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas, Denis Andia, apesar da autorização do Governo Estadual, cada prefeitura possui autonomia de decidir a reabertura ou não das escolas. Na RMC, de acordo com ele, a maioria optou em não reabrir e só voltar as atividades no dia 07 de outubro , conforme o previsto no Plano São Paulo para o enfrentamento da pandemia da Covid-19.

A principal razão é garantir segurança coletiva a saúde dos alunos e dos profissionais da educação, pois, apesar da estabilidade o vírus continua circulando e fazendo vitimas, inclusive, com mortes diárias na RMC.

Para o prefeito de Santa Bárbara do Oeste e presidente do Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Campinas, existe uma complexidade de fatores para a reabertura das escolas. Um deles é que uma boa parte dos profissionais da educação integra o grupo de risco, além disso , as crianças podem ser assintomáticas e transmissoras do vírus.

Em Vinhedo a decisão é mais radical e o prefeito da cidade, Jaime Cruz, já adiantou que as aulas na rede municipal só voltam em 2021. De acordo com o presidente do Conselho de Desenvolvimento da RMC, o prefeito tem autonomia sobre a educação municipal, mas, adiar para o ano que vem em sua opinião não é a melhor opção.

Apesar do Plano São Paulo estabelecer a volta as aulas no, dia 07 de outubro, em todo o Estado a decisão de retorno será opcional aos pais, alunos e demais instituições de ensino. Estudantes e profissionais do grupo de risco devem permanecer, obrigatoriamente, em atividades remotas.

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