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Vigilância solidária entre vizinhos evita assaltos

Os casos de assaltos que acontecem quando pessoas estão chegando ou deixando suas residências têm aumentado na região e chamam a atenção das autoridades. Em Campinas, uma vítima foi abordada

Vigilância solidária entre vizinhos evita assaltos
Foto: Danilo Braga

Os casos de assaltos que acontecem quando pessoas estão chegando ou deixando suas residências têm aumentado na região e chamam a atenção das autoridades. Em Campinas, uma vítima foi abordada por dois bandidos em uma moto e reagiu, matando a dupla que tentou roubar sua casa, no bairro Parque Santa Bárbara. O modo como os bandidos operam nessa situação pode ser descoberto com o reforço da vigilância. O Vizinhança Solidária, que é apoiado pela Polícia Militar, é um programa onde moradores de uma determinada rua ou região criam estratégias vigilância permanente, minimizando os casos de roubo e assalto.

Esses moradores monitoram a rotina do local onde vivem, passando informações sobre carros e pessoas suspeitas que estejam passando nas proximidades. De todo modo, a orientação principal é evitar entrar em casa, caso perceba alguma movimentação atípica. O coronel da reserva da PM e consultor em segurança pública, Marci Elber, a prevenção pode ser feita com a participação da própria vizinhança. Ele afirma que deste modo, é possível manter a Polícia Militar e a Guarda Municipal informadas. “Nós temos em Campinas já há algum tempo o vigilância solidária. Que nada mais é quando os vizinhos se conscientizam da necessidade de um ajudar o outro e presta atenção no que está acontecendo. Porque situações estranhas, pessoas que não são do bairro e ficam circulando, os vizinhos são acionados pelos seus amigos e também a Polícia Militar e a Guarda Municipal, que fazem averiguações”, afirma.

Outra orientação é não reagir nunca quando for abordado por bandidos. Segundo a Polícia Militar, numa situação dessas, as chances da vítima morrer são muito maiores. No caso do Parque Madalena, os bandidos chegaram a entrar na casa da vítima e fazer a família refém. Depois houve a reação e eles acabaram mortos. As vítimas foram ouvidas pela polícia e liberadas. O caso foi registrado como homicídio simples, tentativa de roubo e excludente de ilicitude por legítima defesa.

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