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Quadros gripais apontam estabilidade em Campinas

O atendimento de pacientes com suspeita de covid-19 nos Centros de Saúde de Campinas pode estar se estabilizando, segundo informações da secretaria de saúde. Desde a semana passada, o número

Quadros gripais apontam estabilidade em Campinas
Foto: Divulgação / Prefeito de Campinas

O atendimento de pacientes com suspeita de covid-19 nos Centros de Saúde de Campinas pode estar se estabilizando, segundo informações da secretaria de saúde. Desde a semana passada, o número de atendimento das unidades está estável. Ainda assim, a cidade vem registrando recordes no número de mortos e de novas infecções.

Campinas divulgou mais 45 mortes por covid-19 na tarde desta terça-feira, recorde de confirmações em 24 horas, o que elevou o total para 2.360 desde o início da pandemia. Foram mais 1.160 novas infecções, ultrapassando os 80 mil casos da doença no município. A sinalização da estabilidade de atendimentos nos centros de saúde é animadora.

O secretário de saúde de Campinas, Lair Zambon, afirmou que os números mostram certa estabilidade, mas que ainda não é possível afirmar que o período crítico da pandemia está passando. Segundo ele, as avaliações feitas até aqui são apenas indícios. “Nós temos alguns indícios de que as síndromes gripais estão diminuindo nos Centros de Saúde. Para nós isso é importante, porque o que aparece hoje, a doença vai começar daqui a uma ou duas semanas. E o número de casos internados também está estabilizando, há cinco ou seis dias. Esses números ainda são indícios de que pode estar havendo uma estabilização da doença em nosso município”, afirma.

O secretário de Saúde, Lair Zambon, garantiu que se essa tendência de estabilidade se manter, a prefeitura deve reavaliar já na próxima semana a fase emergencial do município. Ele afirma que decisões, como a suspensão das aulas presenciais na cidade, podem ser revistas. “Na semana que vem, se esses números se consolidarem, nós vamos repensar o decreto das escolas. Não só das escolas, mas também de outras atividades que vão ser discutidas a partir da semana que vem”, disse.

Sobre os 36 leitos esperados no Hospital de Campanha, a Rede Mário Gatti está com a estrutura pronta, mas ainda não conseguiu adquirir um tanque de oxigênio, um reservatório do gás. O equipamento não está disponível no mercado e sem ele, não há possibilidade de reativar a unidade.

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