Após a identificação de uma nova variante do coronavírus em 21 cidades do interior paulista, a secretaria de saúde de São Paulo informou que vem monitorando a situação, que exige atenção. A explicação é de que numa pandemia, é comum que várias cepas do vírus comecem a circular. Neste caso, cabe aos órgão de saúde avaliar a taxa de transmissão e a letalidade dessas novas variações do coronavírus. No caso da variante identificada em algumas cidades do interior, entre elas Sumaré, Araras e Rio Claro, ainda não há nada que indique uma situação mais preocupante.
De todo modo, o centro de contingência da covid-19 segue monitorando, como explicou o secretário de saúde Jean Gorinchteyn. “Essa, que foi identificada em algumas regiões, especialmente na região de Porto Ferreira, ela merece apenas uma atenção. Diferente das outras cepas, não evidenciou uma transmissividade, uma infectividade alta, nem o impacto de casos mais graves e, eventualmente, fatais”, explica.
Outro ponto de preocupação é a identificação de uma cepa indiana do coronavírus em São Paulo. O secretário Jean Gorinchteyn disse que os órgãos estaduais de saúde estão apoiando a Anvisa nos procedimentos de bloqueio nos aeroportos. De todo modo, ele ressalta que esta é uma competência dos órgãos federais. “Estamos apoiando as ações da Anvisa, lembrando que portos e aeroportos são áreas de ação federal, portanto de responsabilidade do Governo Federal, entende-se Anvisa. E ao mesmo tempo com o apoio operacional dos municípios envolvidos”, disse. Em Campinas, não há divulgação de nenhum registro que reforce a tese de que a cepa indiana ou do interior paulista esteja circulando no município.