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Sistema Cantareira segue recuperação, mas desacelera

O Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de parte da Grande São Paulo e também de cidades da nossa região opera nesta sexta-feira (18) com um volume de 42,7% da capacidade.

Sistema Cantareira segue recuperação, mas desacelera
O Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de parte da Grande São Paulo e também de cidades da nossa região opera nesta sexta-feira (18) com um volume de 42,7% da capacidade. Os reservatórios do sistema seguem em recuperação, mas houve desaceleração nos últimos sete dias, já que o aumento foi de apenas 0,9 ponto percentual, pois […]

O Sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de parte da Grande São Paulo e também de cidades da nossa região opera nesta sexta-feira (18) com um volume de 42,7% da capacidade. Os reservatórios do sistema seguem em recuperação, mas houve desaceleração nos últimos sete dias, já que o aumento foi de apenas 0,9 ponto percentual, pois há sete dias o nível estava em 41,8%.

Isso é explicado pela pluviometria abaixo da média, ou seja, tem chovido menos do que o esperado para o mês. Até o momento, após 17 dias houve registro de 94,2 mm de chuvas na região do reservatório, enquanto a média histórica para o mês é de 201,6 mm. Ou seja, para chegar à média histórica, terá de chover mais nos 11 dias restantes de fevereiro do que nos outros 17.

Porém, se comparada à situação registrada há um mês, houve uma importante recuperação nos últimos 30 dias. O sistema passou de 29,9% para 42,7% da capacidade preenchida no período, o que foi alavancado pelas chuvas de janeiro, que ficaram acima da média histórica.

Apesar da recuperação, o volume atual para a data ainda é preocupante, pois é o pior desde 2016, ano em que o estado começava a se recuperar da crise hídrica vivida em 2014 e 2015. Na ocasião, em 18 de fevereiro o sistema operava com 19,3% da capacidade.

A liberação do Cantareira para a bacia PCJ, ou seja, para os rios que abastecem Campinas e região, nesta sexta está em 8,60 m³/s.

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