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Polícia ouve testemunhas no caso do líder espiritual acusado de crimes sexuais

A Polícia Civil de Campinas deve ouvir hoje mais testemunhas do caso do terapeuta holístico, preso na última semana depois de denúncias de abusos sexuais. Já ouvida em depoimento à

Polícia ouve testemunhas no caso do líder espiritual acusado de crimes sexuais
Foto: Reprodução/Polícia Civil

A Polícia Civil de Campinas deve ouvir hoje mais testemunhas do caso do terapeuta holístico, preso na última semana depois de denúncias de abusos sexuais.

Já ouvida em depoimento à polícia, a esposa do autointitulado ‘líder espiritual’ negou envolvimento no caso. De acordo com a investigação, a mulher disse desconhecer as acusações do marido. A Polícia Civil afirmou que ela não é investigada. Duas pessoas devem ser ouvidas nesta terça-feira.

Alvo de cinco inquéritos instaurados para apurar a prática de crimes sexuais, o homem que se apresentava como líder espiritual foi preso na última quinta-feira, em Campinas.

Cada procedimento, de acordo com o Ministério Público, foi iniciado com base no relato de uma vítima diferente e, em dois deles, a Justiça já aceitou a denúncia oferecida pela Promotoria.

De acordo com o apurado, o investigado prometia a cura de doenças por meio de tratamentos holísticos e espirituais, e assim praticava atos libidinosos com as vítimas.

Entre os membros do Ministério Público acompanhando as investigações está a promotora de Justiça Adriana Vacare Tezine. Segundo ela, há outras vítimas já identificadas a serem ouvidas e é possível que outras ainda procurem as autoridades.

Além de Adriana, os promotores Leonardo Liberatti e Regina Mondin atuam no caso.

Eventuais relatos de vítimas ou quaisquer outras informações podem ser enviados ao e-mail somosmuitas@mpsp.mp.br, canal direto disponibilizado pelo Ministério Público.

Os processos correm em segredo de Justiça, e as vítimas não terão a identidade divulgada.

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