O legislativo campineiro ainda está sob efervescência política na semana em que o presidente da Câmara de Vereadores, Zé Carlos (PSB) foi alvo do Ministério Público, que investiga denúncias de corrupção para a renovação de contratos de empresas terceirizadas com o legislativo.
Nos corredores da casa, uma figura importante, e elo entre o legislativo e o executivo, é o vereador Luiz Carlos Rossini (PV). Ele é o líder do governo na Câmara.
Passa por ele, por exemplo, projetos de interesse do executivo e que articula politicamente como a bancada governista deve votar além das tratativas dele, Rossini, junto ao presidente da Casa, Zé Carlos, de colocar os projetos na ordem de votação.
Rossini também é o 2º vice-presidente da Câmara, atrás de Débora Palermo (PSC), em, uma linha sucessória da presidência do legislativo campineiro.
Segundo Rossini, o fato ocorrido com o presidente da Câmara afeta a imagem da instituição mas ele disse acreditar que não interfira no andamento dos trabalhos.
Nesta semana, o Ministério Público cumpriu cinco mandados para apurar as denúncias de corrupção contra Zé Carlos. O MP fez buscas e apreensões na casa do vereador e nas duas sedes da Câmara. Além disso, outros dois mandados foram cumpridos na casa e no escritório do advogado comissionado Rafael Creato, subsecretário de Relações Institucionais da casa.
Rossini comentou também que não acredita que a ebulição no legislativo possa respingar no executivo
Na sessão da última quarta-feira os vereadores de oposição já começaram a articulação para a instalação de uma comissão para investigar o caso. Eles pedem também o afastamento imediato do vereador Zé Carlos, da presidência da Câmara.