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Audiência do Caso Ouro Verde é adiada pela justiça

O juiz Caio Ventosa Chaves atendeu o pedido da defesa dos réus do Caso Ouro Verde e adiou a audiência que deveria ter acontecido nesta terça-feira para o mês de

Audiência do Caso Ouro Verde é adiada pela justiça
O juiz Caio Ventosa Chaves atendeu o pedido da defesa dos réus do Caso Ouro Verde e adiou a audiência que deveria ter acontecido nesta terça-feira para o mês de atrássto. Na ocasião, seriam ouvidas seis testemunhas de defesa. Os réus são investigados por participação no esquema de desvio de dinheiro público do hospital Ouro […]

O juiz Caio Ventosa Chaves atendeu o pedido da defesa dos réus do Caso Ouro Verde e adiou a audiência que deveria ter acontecido nesta terça-feira para o mês de atrássto. Na ocasião, seriam ouvidas seis testemunhas de defesa. Os réus são investigados por participação no esquema de desvio de dinheiro público do hospital Ouro Verde, em Campinas, através da Organização Social Vitale, escolhida pela prefeitura para administrar a unidade de saúde.

Logo no início da audiência, os advogados de defesa dos réus pediram o adiamento por 30 dias, alegando dificuldade para acessar o processo.  Eles disseram que não conseguem obter informações referentes às delações premiadas. O Ministério Público discordou do pedido, mas mesmo assim, o juiz Caio Ventosa Chaves acatou o pedido feito pelos advogados de defesa de parte dos réus.  Além das testemunhas, grande parte dos investigados esteve presente no fórum da Cidade Judicária, como o ex-secretário de negócios jurídicos de Campinas, Sílvio Bernardin, e os ex-diretores da Vitale Paulo e Daniel Câmara.

Apenas três deles não compareceram: o empresário Sylvino de Godói, o médico Gustavo Katthar de Godói e o lobista Fernando Vítor. O juiz Caio Ventosa Chaves chegou a criticar a ausência dos réus, mas o advogado que representa Sylvino e Gustavo de Godói, Ralph Tórtima Filho, disse que eles apresentaram justificativa e que eles têm aparo legal para não comparecerem à audiência. A audiência foi remarcada para o dia 27 de atrássto. O promotor Daniel Zulian não gravou entrevista e nem comentou o adiamento dos trabalhos.

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