CBN Ribeirão 99,1 FM
Colunistas
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Compartilhe

25% dos idosos moram com três ou mais pessoas

Um fator comum no Brasil, que pode facilitar a disseminação da covid-19, é a situação de moradia de idosos, que em 25% dos casos residem com três ou mais pessoas.

25% dos idosos moram com três ou mais pessoas
Um fator comum no Brasil, que pode facilitar a disseminação da covid-19, é a situação de moradia de idosos, que em 25% dos casos residem com três ou mais pessoas. A situação é preocupante para esta faixa etária de mais de 60 naos de idade, mais vulnerável à doença. São números que indicam que mesmo […]

Um fator comum no Brasil, que pode facilitar a disseminação da covid-19, é a situação de moradia de idosos, que em 25% dos casos residem com três ou mais pessoas. A situação é preocupante para esta faixa etária de mais de 60 naos de idade, mais vulnerável à doença. São números que indicam que mesmo dentro de casa, sofrem com a ameaça do contágio. Dados do IBGE de 2015, mostram que 25% dos brasileiros acima dos 60 anos vivem com outros três ou mais moradores, 60% moram com até duas pessoas e 15%, sozinhos. Uma situação que, de acordo com Glaucia dos Santos Marcondes, Professora do NEPO, Núcleo de Estudos de População da Unicamp, é reflexo do crescimento da população idosa, que ocorre, em especial, na Região metropolitana de Campinas.

Glaucia relata ser comum situações em que avós moram com os netos, inclusive dividindo os mesmos cômodos.  São crianças e adolescentes que durante a quarentena estão em casa, sem aulas, todos juntos. Dados do IBGE apontam que entre os que convivem com idosos, 13% têm até 17 anos. Para Gláucia dos Santos Marcondes, essa situação de casa cheia dificulta o cumprimento do protocolo estabelecido pelos órgãos sanitários de manter a distância de um metro entre uma pessoa e outra. Outra situação apontada por Gláucia é o padrão de moradia dos grandes centros, onde crescem cada vez mais moradias com espaços mais reduzidos.

Conteúdos