CBN Ribeirão 99,1 FM
Colunistas
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Compartilhe

Sessões remotas registram queda de adesão

As sessões virtuais da Câmara de Campinas tiveram participação maciça nos primeiros dias do sistema, no início da epidemia na cidade, mas sofreram queda gradativa e chegaram a ter nove

Sessões remotas registram queda de adesão
Foto: Reprodução

As sessões virtuais da Câmara de Campinas tiveram participação maciça nos primeiros dias do sistema, no início da epidemia na cidade, mas sofreram queda gradativa e chegaram a ter nove faltas de vereadores nas últimas reuniões.

Para o presidente da Casa, Marcos Bernardelli, do PSDB, o índice de participação é equivalente ao dos trabalhos presenciais e não significa que haja falta de interesse, já que a maioria das faltas é justificada e é atribuída às conexões.

“Tem vereador que justifica e eu faço questão de fazer a divulgação. Tem uns que não conseguem conectar e outros que estão conectados e o sinal cai. Não digo que são propositais e não vejo como falta de interesse”, acredita ele.

As sessões remotas com foco nos assuntos relacionados ao surto de covid-19 estão programadas para acontecer até o dia 31 de maio, mas podem ser estendidas e envolver temas gerais a partir de junho, se assim for definido.

O presidente do Legislativo, Marcos Bernardelli, do PSDB, lembra que o modelo pegou todos de surpresa, mas depois foi compreendido pelos membros. Para ele, a tendência é que seja ampliado. A discussão será na última semana do mês.

“Já tivemos duas reuniões pra que pudéssemos alargar os assuntos a serem tratados nas reuniões remotas. São as discussões ordinárias. Nós vamos decidir isso na última semana e publicar, porque temos assuntos além do vírus”, diz.

Desde o dia 27 de março, a Câmara Municipal teve nove dias com reuniões online. No período, foram 73 reuniões extraordinárias que debateram projetos de autoria dos vereadores, além das sessões de moções e requerimentos.

 

Conteúdos